terça-feira, 26 de abril de 2011

Só acontecem quando...

Hoje o outono começa ter cara de outono pra mim, ainda que brasileiro.
O dia é rotineiro, embora diferente, simplesmente por ser um outro dia qualquer. Um dia qualquer, ou não, tudo isso depende de quem o vê e de quem o vive. É um dia repleto de sonhos novos e antigos que se renovam a cada imaginar, eles pulsam, flutuam, dançam, anseiam, são tão fortes que quase se realizam no dia de hoje, embora seu tempo seja daqui a pouco.
Tudo "parece" mais do mesmo até que algo, como se fosse um recado (e bota recado nisso) vem de maneira "inesperada" e faz com que todo o frenesi de expectativas e desejos, de fato, dancem lá dentro uma coreografia imaginada, ensaiada e aplaudida por....por... por si mesmo!
Os dias são sempre assim, mesmos ou não!
Um furacão me mandou uma carta e um postal, as palavras são as mais sinceras e verdadeiras, a imagem é essa:

A trilha é mais uma vez do Camelo, Acostumar.

A idéia é...

idéia inicial é partilhar uma brevidade, a Vida vista pelos  meus olhos e sentida por esse “Eu”. O “Eu” que observa, analisa, sente, intui, constrói, solidifica, questiona, modifica, estabelece, acredita, vai, vem, quer, consegue…realiza-se!
O segredo para realizar-se é simples. Porém, “as miopias” que todos temos conosco não permite que a realização aconteça ou pelo menos ESTEJA consigo.
Sim, o caráter é um tanto quanto abstrato, afinal o que é expressão? Não saberemos, mas, ainda assim tentamos sem exatidão exprimir tudo o que borbulha ou adormece em cada um de nós. 
O mais interessante da escrita / expressão é justamente essa questão intrínseca de cada um que não será compreendida por muitos e talvez nem mesmo por quem escreve. É só uma questão de tentar, de se libertar, de partilhar, de descobrir o que quer que seja, quem quer que seja e como quer que seja. A liberdade de se expressar é útil e terapêutica, o divã que o diga.
A receita é fácil! É só sentir, observar, questionar, tentar entender e em um momento propício se inspirar com algo, nesse caso com a música, e exprimir. Simples, fácil, indolor e despretensiosa é a tentativa!
Agora é “Pra te acalmar / Marcelo Camelo”.